Leandro Karnal há algum tempo começou a decepcionar e saturar com sua filosofia “prêt-à-porter”. O sucesso com certa tendência política parece que embriagou o professor, mas, como não é bobo, a reação raivosa que provoca em outra tendência, no mundo fascistóide, o faz buscar preventivamente algo como um “habeas-corpus”. Para isso, vale virar até bajulador…

via Re: O beija mão de Karnal em Moro abre novos negócios. Por Kiko Nogueira — Diario do Centro do Mundo – Latest Comments

A força do fato consumado

Lúcio Flávio Pinto

Dentro de exatamente uma semana, no dia 15, deverá entrar em operação a primeira turbina da casa de força principal da hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, projetada para ser a terceira maior do mundo, ao custo – até agora – de 32 bilhões de reais. Ela tem capacidade de gerar 611 megawatts, quase o dobro do consumo de energia de Belém, com seus 1,5 milhão de habitantes.

Há mais 17 para entrar em funcionamento até 2019, uma a cada dois meses, quando a usina atingirá sua potência plena, de 11,2 mil MW, 40% a mais do que Tucuruí, no rio Tocantins, até lá ainda a terceira maior do mundo.

Quatro dias depois, no dia 19 deste mês, outro tipo de turbina será ativada na casa de força secundária. É uma turbina bulbo, de funcionamento vertical e não horizontal, como as outras. Significa que precisa de pouca água e…

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Cultura para quem?

Lúcio Flávio Pinto

Reproduzo a seguir – para destacá-lo – comentário de um leitor do blog. Com ele, espero atrair outros leitores para a discussão sobre a política cultural do Estado do Pará. Não em tese e teoria, mas na prática, com dados concretos, sobre os quais se possa definir uma trajetória alternativa à que vigora há duas décadas, personalizada na figura do polêmico arquiteto Paulo Chaves Fernandes.

Será considerável a herança que o secretário mais duradouro na história da administração pública estadual certamente deixará. Mas novamente ele confirma o dito popular: o poder absoluto corrompe absolutamente. Não estou me referindo a corrupção lato senso, pelo desvio de recursos. Mas pela vontade solitária (ou partilhada com uns poucos mais próximos) de quem decide tudo sem se submeter a qualquer órgão colegiado.

Para chegar neste ano à 15ª versão do festival de ópera do Teatro (o “th” é presunção; se valesse, teríamos que grafar…

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