Colonialismo

Lúcio Flávio Pinto

A multinacional norueguesa Hydro, que produz bauxita, alumina e alumínio no Estado (através da Mineração Paragominas, Alunorte e Albrás), foi uma das principais anunciantes na edição de hoje do Diário do Pará, com duas páginas inteiras de propaganda vazia. Continua sem responder ao questionamento essencial: por que não vai além do metal de alumínio primário, só o transformando fora do Pará e do Brasil.

O único beneficiamento é realizada por outra empresa instalada em Barcarena, a argentina Alunar – que, aliás, deu uma página de publicidade ao jornal da família Barbalho. Na peça, declara ser “uma das maiores fabricantes de cabos elétricos da América Latina e uma das maiores produtoras de vergalhões de alumínio do continente”. E tudo isso só com pequena parte da produção da Albrás.

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