A força do fato consumado

Lúcio Flávio Pinto

Dentro de exatamente uma semana, no dia 15, deverá entrar em operação a primeira turbina da casa de força principal da hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, projetada para ser a terceira maior do mundo, ao custo – até agora – de 32 bilhões de reais. Ela tem capacidade de gerar 611 megawatts, quase o dobro do consumo de energia de Belém, com seus 1,5 milhão de habitantes.

Há mais 17 para entrar em funcionamento até 2019, uma a cada dois meses, quando a usina atingirá sua potência plena, de 11,2 mil MW, 40% a mais do que Tucuruí, no rio Tocantins, até lá ainda a terceira maior do mundo.

Quatro dias depois, no dia 19 deste mês, outro tipo de turbina será ativada na casa de força secundária. É uma turbina bulbo, de funcionamento vertical e não horizontal, como as outras. Significa que precisa de pouca água e…

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