Cultura para quem?

Lúcio Flávio Pinto

Reproduzo a seguir – para destacá-lo – comentário de um leitor do blog. Com ele, espero atrair outros leitores para a discussão sobre a política cultural do Estado do Pará. Não em tese e teoria, mas na prática, com dados concretos, sobre os quais se possa definir uma trajetória alternativa à que vigora há duas décadas, personalizada na figura do polêmico arquiteto Paulo Chaves Fernandes.

Será considerável a herança que o secretário mais duradouro na história da administração pública estadual certamente deixará. Mas novamente ele confirma o dito popular: o poder absoluto corrompe absolutamente. Não estou me referindo a corrupção lato senso, pelo desvio de recursos. Mas pela vontade solitária (ou partilhada com uns poucos mais próximos) de quem decide tudo sem se submeter a qualquer órgão colegiado.

Para chegar neste ano à 15ª versão do festival de ópera do Teatro (o “th” é presunção; se valesse, teríamos que grafar…

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