Chuva das duas

 

Chuva vesperal,

que cai, conduzida 

por alísios ventos

e que, ao solo, se esvai.

 

Trazes frescor, alento

e também sofrimento,

numa convectiva origem,

úmida, intensa, ao setentrional

inverno, a demarcar.

 

Numa nebulosa sincronia,

e um troveja intenso,

nos convida a refestelar 

e numa boa rede, 

nossa sonolência, repousar

 

E quando ela findar e 

o dia fenecer em um 

belo entardecer, a praça irei,

saborear um fumegante tacacá.

 
 

             J. R. Messias

 
 
 
 
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